Classificação Indicativa: T (13+)
Status: One-Shot
Tipo: Romance, Angústia, Familía.
Base: HQ's
Sugestão: Baseada na música abaixo.
Nickelback - If today was your last day.
~*~
Meu melhor amigo me deu o melhor conselho
Ele disse: cada dia é um presente e não um direito
adquirido
Não deixe pedra sobre pedra
Deixe seus medos pra trás
E tente sempre o caminho menos viajado
Este primeiro passo que você dá é o mais difícil.
Quando Jean estava em meus braços, eu não sabia o
que fazer. Ela se foi, e meu mundo parecia ter parado e minha vida... acabado.
“E
se hoje fosse seu último dia?”
“O
que?” Eu a olhei e ela retribuiu, como se estivesse fazendo a pergunta mais
simples do mundo.
“Se
hoje fosse seu último dia... vivo. O que você faria?”
“Por
que está me perguntando isso?”
“Vamos
lá, Scott. Apenas responda.” Eu pensei durante um momento, até ela acrescentar.
“Você nunca imaginou que talvez esse seja seu último dia?”
“Sim...
várias vezes.”
“Então...?
O que você gostaria de fazer no seu último dia?”
“Eu
não sei, Jean... Eu não costumo pensar muito no que eu faria, por que é muito
diferente de você apenas pensar que talvez seja seu último dia, do que realmente
viver seu último dia.”
“Mas
e se você pudesse escolher o que fazer nesse dia?”
“Eu...”
Por alguma razão, eu não conseguia pensar nisso, eu não conseguia uma resposta.
Por várias vezes, desde o acidente de avião com meus pais, quando eu era apenas
uma criança, eu pensava, todos os dias, se aquele seria meu último dia. E então
o tempo foi passando, e esse dia nunca chegou.
“Você...?”
Então você surgiu, com seu sorriso e seu olhar vibrante. E desde esse dia, eu
parei de pensar, e se hoje fosse meu último dia, mas sim, e se hoje fosse seu
último dia.
“Me
diga você, o que você faria.”
“Mas
eu perguntei primeiro!” Ela fingiu estar chateada e eu não pude evitar rir.
“Eu
sei, mas eu acho que a sua resposta seria mais interessante do que a minha.”
Ela então me olhou com aquela cara de que aquela era uma péssima resposta, eu
sabia. “Vamos.”
“Ok.”
Eu finalmente a venci e ela tentou me olhar brava. “Se hoje fosse meu último
dia, e eu pudesse escolher o que fazer, eu faria as coisas das quais eu mais
gosto.”
“Que
seriam...” Eu sabia quais eram, mas adorava ouvir sua voz.
“Ler
meu livro favorito, tomar o sorvete que eu mais gosto, participar de uma guerra
de bola de neve com todos meus amigos, salvar alguém, voar, fazer amor com
você...”. Ouvi-a dizer a última coisa em um sussurro.
Por
um segundo eu engasguei. Ela havia dito isso realmente? Há apenas um pouco mais
de dois meses que havíamos começado nosso relacionamento a serio, e eu já
estava entre suas coisas favoritas?
“Fazer
amor comigo é umas das suas coisas favoritas?” Eu perguntei em um tom baixo e ela
me lançou um olhar inocente.
“É.”
Ela não podia ver a dimensão do meu sorriso no escuro, mas se pudesse, veria
que estava enorme.
“Ok.”
Eu ainda estava extasiado com a resposta. Comecei a afagar-lhe os cabelos
ruivos. “O que mais?”
“Eu
passaria com as pessoas que eu mais amo, esqueceria todas as magoas e coisas
ruins que a vida me proporcionou e perdoaria meus inimigos. O que você acha?”
“O
que eu acho? Eu acho que é uma ótima resposta.”
“Bem
melhor do que a sua.” Nós rimos.
“É,
bem melhor.” Beije-lhe a testa e então a ouvi bocejar e se aconchegar mais no
meu peito. “Já está com sono?”
“Sim.
Mas eu não quero dormir, quero continuar assim com você.”
“Mas
você precisa dormir, e além do mais, nós podemos continuar assim quando você
quiser, até o seu último dia.”
“Você
promete?”
“Eu
prometo.”
Então
tudo o que se pode ouvir foi sua respiração tornando-se lenta e rítmica, até eu
o quebrar.
“Jean?”
“Sim.”
Ela me respondeu com a voz sonolenta, mostrando que ela estava entre acordada e
adormecida.
“Fazer
amor com você também é uma das minhas coisas favoritas também.” Depois disso,
nós dois dormimos, certos de que se aquele fosse nosso último dia, mesmo nós
não termos feito tudo o que gostaríamos, iríamos felizes, só de estarmos nos
braços um do outro.
Se hoje fosse seu último dia
E amanhã fosse tarde demais
Você poderia dizer adeus para o ontem?
Você viveria cada momento como se fosse o último?
Deixaria velhas fotos no passado?
Doaria cada centavo que você tem?
Se hoje fosse seu último dia
Como eu fui um mentiroso. Prometi a ela, estar com
ela no seu último dia. E eu estava, mas da maneira errada. Ela devia estar nos
meus braços, feliz, mas não como realmente aconteceu. Com lágrimas saindo de
seus olhos, seu corpo totalmente entrando em choque e seu coração quebrado. Por
uma coisa que eu fiz, que a magoou.
Esse dia ela salvou milhões de pessoas, não apenas
uma. Mas foi só isso.
Ela não leu seu livro favorito, não tomou seu
sorvete favorito, não participou de uma guerra de bola de neve, mas sim de uma
de verdade, onde pessoas morrem, não passou com todos dos quais ama, não fez
amor comigo...
Ir contra o natural deveria ser um modo de vida
O que vale a recompensa sempre se vale a briga
“... Meu melhor amigo.
Tenho de ir agora... Viva, Scott! Viva! Tudo que eu sempre fiz, foi morrer em
suas mãos.”
“Jean! Não! Jean!”
O
que eu fiz? Além de ver tudo escorrer pelas minhas mãos como água...
Cada segundo conta por que
Não há segunda chance
Então viva, porque você nunca viverá duas vezes.
Não deixe sua própria vida à deriva
Eu
não me recordo direito do que aconteceu, mas ainda tenho breves flashes de
memórias daquele dia chuvoso.
Tudo
o que eu vejo é eu, gritando, pra alguém fazer alguma coisa, antes que fosse
tarde demais. Ou, já era tarde demais...
Lembro-me
de ter visto Hank se aproximar, e a tomar de meus braços. O resto foi um
borrão.
Logan
ainda estava descontrolado, Xavier e os outros entrando no jato, a chuva
molhando meu rosto, Hank fazendo a manobra de ressuscitação, a correria, o frio
da sala de espera do LABMED improvisado, a voz de Xavier e Hank ao fundo, ambos
saindo, e apenas algumas palavras de Hank eu ainda lembrava.
“Ela está viva. (...) Muito
debilitada (...) Precisa de fisioterapia (...) Muitos cuidados médicos (...)
Precisa de tempo (...) Tenha fé (...)
Quer ver você.”
Se hoje fosse seu último dia
Você faria o certo curando um coração partido?
Você sabe que nunca é tarde demais
Para almejar as estrelas
Independentemente de quem você é
Então faça o que for preciso
Porque você não pode retroceder
Um momento nesta vida
Não deixe nada atrapalhar o seu caminho
Pois as mãos do tempo nunca estão do seu lado
Quando
eu entrei e a encontrei, ela parecia tão pequena e frágil naquela cama e ligada
a todos aqueles aparelhos. Eu queria chorar, mas tinha que mostrar que estava
com ela em tudo. Eu me aproximei, e me postei ao lado dela da cama.
“Como
se sente?” Foi tudo o que minha estúpida mente conseguiu criar. Quem faz esse
tipo de pergunta a uma pessoa que está em uma cama de hospital entre a vida e a
morte?
“Não sinto meu corpo direito, minha cabeça dói e
minha mente está confusa.” Ela me respondeu em um fio de voz.
“Eu sinto muito.”
“Não foi sua culpa.”
“Hank disse que queria me ver.”
“Sim.” Ela tomou uma respiração profunda, e fechou
os olhos ao fazer, como se aquele simples movimento fizesse seu corpo todo
doer. “Sobre o que aconteceu—“
“Não vamos falar disso agora, Jean. Tudo o que você
precisa agora, é descansar e se recuperar.”
“Scott...” Ela me olhou, mostrando-me que não ia
parar. “Eu não sei como seguir a partir daqui.”
“Eu entendo.” Eu abaixei a cabeça, já sabendo o que
aconteceria. “Se você quiser, eu assino, os papeis do divorcio... por que...
Tudo o que me importa agora é que você está viva, e que melhore.”
“Eu não penso assim.”
“Como?” Ela me olhou e ficou um silêncio um tempo
antes de me responder.
“Ambos, somos culpados pelo o que aconteceu a nossa
relação, como ela seguiu. Fomos nós, que não lutamos por ela. E...”
“Somos nós que devemos concertá-la.” Completei em
um sussurro.
“Exatamente. Mas você sabe que isso não será
fácil.”
“Eu sei.” Respondi, meu coração apenas feliz, pela
chance de poder tentar de novo.
“E também, se isso for o que você deseja.” Ela
sabia... ela sempre sabia. Eu devia escolher. Entre ela e Emma. Mas após, vê-la
quase morrer em meus braços mais uma vez...
“Eu estou disposto a fazer isso, com todas as
minhas forças.”
“Ótimo.” Ela abriu um pequeno sorriso e fechou os
olhos.
“Durma. Eu estarei aqui quando você acordar, pra
recomeçarmos.” Beije-lhe a testa, enquanto a via adormecer.
Minha decisão foi tomada, e eu sei que jamais me
arrependeria dela. Havia muito que ser reparado, fisicamente e metaforicamente,
mas eu sabia, eu faria de tudo para dar certo.
Se hoje fosse seu último dia
E amanhã fosse tarde demais
Você poderia dizer adeus para o ontem?
Você viveria cada momento como se fosse o último?
Pela janela eu a vi. Sentada na varanda, vestindo
apenas uma regata e shorts, se abanando com um leque. O dia estava extremamente quente, e eu sabia
que ela não se sentia bem em dias assim.
Nos últimos 6 meses, o Instituto foi reconstruído,
Jean fez tudo o que Hank, Xavier e eu pedimos. Ela foi a todas as consultas de
fisioterapia, a todas telepáticas com Xavier, e nós, fomos para a terapia. Não
tínhamos um instrutor ou médico, era apenas nós, sendo nossos próprios
instrutores, e médicos. Apenas Jean e Scott, em uma sala, tendo uma conversa
franca, sem mentiras ou segredos. Expondo nossos medos e inseguranças.
Mostrando que, precisávamos confiar um no outro, estar presentes e jamais
mentir.
Foram os 6 meses mais longos da minha vida, dos
quais, eu sempre achava que Jean desistiria de nós e iria embora. Mas ela
permaneceu, mostrando que ainda podíamos e que tudo o que viesse, nós
enfrentaríamos juntos.
Agora, 6 meses depois do ocorrido em Nova Genosha,
lá estávamos nós, voltando aos poucos a vida.
Desci as escadas e abri a porta, a encontrando.
“Hey.” Eu sorri.
“Hey.” Ela me respondeu meio amuada.
“O que foi?” Sentei-me ao seu lado.
“Está tão quente.” Ela reclamou ainda se abanando.
“Eu queria que estivesse nevando.” Eu a olhei sorrindo. “O que?”
“Venha,
tenho uma ideia.” Levantei-me, estendendo a mão para que ela levantasse. Ela
aceitou.
“Que
tipo de ideia?”
“Você
vai ver. Venha.” Então a puxei para dentro da mansão.
Deixaria velhas fotos no passado?
Doaria cada centavo que você tem?
Ela
não sabia o que dizer, mas ver o sorriso em seu rosto foi o que bastou. Com a
ajuda de Bob, a Sala de Perigo foi transformada em um campo de neve. Todos estavam
ali, até mesmo Logan, construindo pequenos muros como fortaleza, com a neve.
Ela rapidamente se animou, e se juntou aos outros. Separaram os times, e a
guerra começou. Ao vê-la feliz daquele jeito, fez meu coração inchar e ver o
quão estúpido eu fui antes, e o que eu estava perdendo.
No
fim da tarde, após algumas horas da guerra de bola de neve, na sala de perigo,
eu a encontrei na biblioteca, sentada em uma das poltronas.
“O
que está fazendo?” Perguntei ao me aproximar dela e sentar-me no braço da
poltrona.
“Terminando
de ler meu livro favorito, de novo.” Respondeu com um sorriso. Eu ri do seu
momento inocente, e beije-lhe os lábios com ternura, me afastando relutante.
“Seus
pais ligaram.”
“Sério?
E o que disseram?”
“Sara
está lá, esse fim de semana, e perguntaram se você gostaria de ir visita-los.”
“Mas
é claro!” Ela rapidamente se levantou da poltrona.
“Então
se arrume, que nós estamos indo.” Ela segurou levemente na minha blusa, e me
deu um selinho.
“Podemos
tomar sorvete no caminho?” Pediu.
“Hm...”
Brinquei, ao fazer uma cara de quem estava pensando. E ela pra retrucar, me
olhou com aqueles olhos verdes suplicantes. “Está bem.”
“Yeah!”
Ri de sua animação.
Ligaria para aqueles amigos que você nunca vê?
Lembraria - se de velhas memórias?
Perdoaria seus inimigos?
“Eu
quero o de...”
“Ahm-ah.”
Eu balancei a cabeça para ela. “Você vai ter outro tipo de sorvete hoje.”
“O
que? Por quê?”
“Por
que sim.”
“Isso
não é uma resposta. E eu posso tomar o sorvete que eu quiser. Eu quero um de—“
“Um
de morango e um de baunilha, por favor.” Eu me adiantei, cortando-a.
“Scott!”
Ela me repreendeu. “O que você está fazendo? Esse não é o sorvete que eu
queria!” Eu peguei os sorvetes, e entreguei o de morango a ela.
“Estamos
apenas mudando um pouco.”
“Scott,
eu—“
“Vamos
lá, Jean. Tome seu sorvete antes que ele derreta, nós ainda vamos ver seus
pais, e aposto que eles não iam gostar que você chegasse atrasada, só por causa
de um sorvete.” Ela bufou e fechou a cara. Não podia negar, ela ficava linda
brava.
“Isso
não é justo.” Ela olhou para o sorvete com indiferença.
“Nem
tudo é como queremos, baby.” Passei meu braço pelos seus ombros e caminhei com
ela.
“Não
me chame de baby, eu estou brava com você.” Eu ri.
“Aham,
sei.” E continuamos a andar em direção ao carro, e ela se rendeu ao calor e
tomou o sorvete.
Na
casa dos seus pais, nós nos sentamos e conversamos a maior parte do tempo. Ela
ria constantemente, e de vez em quando, quando seus pais ou sua irmã faziam
algum comentário, sobre nós, ela apenas sorria e me olhava com um olhar
apaixonado, e eu retribuía. Me mostrando o quanto eu era feliz, por tê-la por
perto, o quão sortudo era.
Encontraria aquela pessoa com a qual você sonha?
Jurando "de pés juntos" ao Deus lá de
cima
Que você finalmente vai se apaixonar?
Com os braços envolta do
meu pescoço enquanto nos beijávamos, eu a deitei suavemente na cama, e comecei
a trilhar beijos, por seu queixo, pescoço e ombros. Ela começou a desabotoar os
botões da minha camisa com agilidade, enquanto eu passei a beijar-lhe o colo,
ela jogou minha camisa no chão, que se juntou a dela, retirada momentos antes.
Ela me puxou pra cima e
capturou meus lábios uma vez mais, ferozmente, enquanto arranhando minhas
costas levemente, aquilo me deu arrepios até a espinha, e rapidamente, eu já
estava puxando-lhe a calça para fora de seu corpo esbelto.
Nos separamos, para
respirar um pouco, e nesse momento eu pude aproveitar para olhá-la nos olhos,
como sempre gostava de fazer, quando estávamos assim. Lentamente, ela retirou
os óculos do meu rosto, mas antes, eu podia ver que ela estava certa disso.
Abrindo os olhos
vagarosamente, eu vi o brilho em seus olhos, por finalmente, poder ver os meus.
Em poucos segundos, todas
as peças de roupas estavam jogadas, pelo chão. Enquanto eu deslizava minhas
mãos livremente por seu corpo, eu podia sentir ela beijar meu pescoço, e que
concerteza amanhã haveria uma marca. Apertei sua coxa suavemente e ela se
acomodou sob mim.
Deslizando suavemente
nela, Jean suspirou e agarrou nos meus ombros enquanto fechava os olhos,
acompanhando ela, o começo foi vagaroso e torturante para ambos, até entrarmos
em um ritmo rápido e constante.
Ela entrelaçou as pernas
em torno de mim, querendo aprofundar, e então, um pouco depois, eu pode sentir
ela ficar tensa sob mim e começar a tremer.
“Scott...” Ela gemeu e
fincou as unhas nos meus ombros, e eu a beijei, mordendo-lhe o lábio inferior,
me juntando a ela naquele momento de prazer e paixão.
Momentos depois, após
nossas respirações se acalmarem, estávamos atirados sobre a cama, Jean sobre
mim, enquanto eu passava suavemente a mão por suas costas nuas.
Até ela erguer os olhos,
me fitando curiosa.
“No que está pensando?”
“No quanto você é linda.”
Ela riu e se aconchegou mais em mim.
“Estou feliz por estarmos
juntos.”
“Eu também, muito.”
“E no quanto eu adoro
você.”
“Só adora?” Fingi estar
indignado.
“É, por que você não me
deixou tomar meu sorvete favorito.”
“Ah, então é isso.” Ri e
ela voltou a me olhar.
“Ei, eu ainda não gostei
daquela atitude. Eu realmente queria o sorvete.”
“Você pode toma-lo outro
dia.”
“Mas eu queria ele hoje,
eu ainda não entendo.”
“Apenas, deixe pra lá.”
“Mas...” Ela não terminou
e pareceu entender. “Eu já sei. Você não me deixou toma-lo, por que hoje eu fiz
a maioria das coisas que eu disse que gostaria de fazer se fosse meu último
dia.”
“Não, você não tomou seu
sorvete favorito, por que talvez seria seu último dia, mas sim por que não era
pra você tomar ele hoje, e sim outro.”
“Isso... isso não tem
lógica.” Ela riu.
“Eu sei.” Beijei-lhe os
cabelos.
“Eu te amo.” Disse
totalmente séria.
“Eu também te amo.” E nos
beijamos mais uma vez. Certos de que, não importa qual dia seja, o último ou
não. Nós estaríamos juntos, não deixando que nada nos abalasse outra vez, e
sabendo que sempre poderíamos contar um com o outro, para tudo. E que enquanto
vivêssemos, estaríamos felizes, apenas por sermos quem somos e por nos amarmos.
Sempre.
Se hoje fosse seu último dia
~*~
Repostagem de uma one-shot que eu amei escrever! Enjoy!

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