Capítulo único:  Loving an grunge.

Adequado para o público com 13 anos ou mais, com alguma violência, linguagem grosseira menor, e menores temas adultos sugestivos.
Status: Fic one-shot
Tipo: Romance.
Base: X-men animated



Loving an grunge

            O ano era 1991, Scott caminhava em direção a loja de discos, era um ambiente animado e com muitas pessoas. Mas ele não gostava muito de multidões.
- Posso ajudar o jovem?
- Acho que sim. Eu queria comprar um presente... Não sou muito bem em dar presentes.
- E para quem é o presente?
- Uma amiga.
- Amiga é?! – a atendente lhe olhava desconfiada – Sei bem que tipo de amiga.
- ...
- Ok, vou falar a verdade. – Ela cruza os braços  e fica esperando o que ele vai dizer -  Estou aqui para ouvir o novo Álbum do Pearl Jam.
- Outro querendo ir pra Jukebox.  Tem uma fila pra ouvir esse álbum. – Ela sai apontando para a fila. – Se quiser comprar alguma coisa meu nome é Tônia.
            Scott vai para a fila por um tempo até chegar na Jukebox . Ele coloca os fones e seleciona o álbum TEN do Pearl Jam.
            Ele já tinha ouvido ‘Once’, ‘Even Flow’, ‘Alive’ e ‘Why Go’     e sussurrava as musicas enquanto as ouvia.  Agora ele ouvia          "Black". A música de alguma forma lhe fazia lembrar de sua mãe, ela gostava de músicas assim.

Som de Black, Pearl Jam

Ei, oh

Pilhas de telas vazias, peças intocadas de argila
Foram dispostas diante de mim, como o corpo dela um dia esteve.
Todos os cinco horizontes girando ao redor de sua alma
Como a terra ao redor do sol
Agora o ar que provei e respirei se tornou diferente.

Oh, e o que eu contei que era tudo.
Oh, eu sei que ela me deu tudo que possuía.
E agora minhas mãos amargas se esfolam abaixo das nuvens
Do que era tudo?
Oh, as imagens foram banhadas em preto, tatuando tudo

Eu saio para passear
Sou cercado por algumas crianças brincando
Eu posso sentir suas risadas, então, porque eu desanimo?

Oh, e pensamentos confusos giram ao redor da minha cabeça
Estou girando, oh, estou girando
Quão rápido o sol pode se pôr
E agora minhas mãos amargas, embalam cacos de vidro
Do que era tudo?

Todas as imagens foram banhadas em preto, tatuando tudo
Todo o amor tornou-se mal, transformou meu mundo em escuridão
Tatuando tudo que vejo, tudo o que sou, tudo o que serei, sim

Uh huh, uh huh, oh


Eu sei que algum dia você terá uma vida bonita, eu sei que você será uma estrela
No céu de um outro alguém, mas por quê? Por quê? por quê?
Não pode ser, não pode ser no meu?
Nós, nós, nós, nós, nós deveríamos ficar juntos! juntos!

            Scott cantava a música quando bastante envolvido quando:
- Espero que esteja falando de mim, pois acho que deveríamos ficar juntos. – Jean Grey falava apoiando o cotovelo sobre a estante de Cd’s com a mão no queixo.
- Há quanto tempo está ai?
- Desde “Alive”. – Ela o olhava tentando segurar o riso.
- Tanto tempo assim? – Ele tirava os fones – Por quê?
- 1º, sua voz é boa e eu gosto de ouvir você cantar. – Ele fica olhando ela – 2º queria ver quanto tempo você ia ficar entretido sem perceber que eu estava aqui.  O que de fato não aconteceu. – Ele sorri – Ou seja, você me ignorou...- Ela vira o rosto.
- Impossível eu ignorar você. – Ele a puxa para perto pela cintura. – E você estava em uma loja de sapatos... Eu estava sobrando.
- Mas ignorou. – Ela fala firme – O que me leva ao 3º motivo.
- Que é...
- Tinha que fazer uma entrada. – ela pisca.
- Somado a um dramazinho. – Ele vai em direção ao rosto dela para beijá-la e ela vira o rosto.
- Sempre. – ela sorri.
- Vem cá! – ele tenta imobilizá-la – Rainha do drama é?... Onde já se viu... – ele a beija.
- Você me trocou pelo Eddie Vedder. – Você não tem vergonha?
- Se você pudesse faria o mesmo com o Kurt Cobain...
- Kurt Cobain não sei... mas o Dave Grohl – ela olha para ele tentando fazer ciúmes – Tenho uma queda por bateristas... Sabe disso.
- Olha isso eu não sabia, mas acho que vou aprender a tocar bateria...
- Você é mesmo uma delícia sabia?!  - Ela faz afagos nos cabelos dele e o deixa com o sorriso bobo.                                                                                                                                             
- Esse ai que é sua amiga? – perguntou Tônia.
- Não, essa é minha namorada. – Jean concorda com a cabeça – Ela não é linda?
- Sim! Vocês fazem um belo casal.
- Sempre digo isso a ele.
- Me desculpa interromper, mas o meu gerente perguntou se você estaria disposta a fazer umas fotos para uma campanha publicitária. É que você é muito fotogênica.
- Não, obrigada. Não trabalho mais como modelo.
- Poxa é uma pena.  Parou de fotografar por causa dele?
- Não mesmo. Se ela quiser jamais a impediria.
- É. Parei porque não me vejo mais fazendo isso.
- Admita você parou por causa dele. E eu acho isso um desperdício.
- Qual é mesmo o seu nome? – Jean perguntou.
- Tônia.
- Olha Tônia, esse seu joguinho já fizeram muito comigo. Não vou fazer as fotos.
- Desculpa, mas só to insistindo porque o meu gerente pediu. Ele disse que já trabalho com você.
- Comigo? Quem é o seu gerente?
            Eles são interrompidos.
- Jean Grey. – um sujeitos trajando um terno lhe abre os braços – Um rosto como o seu nunca é esquecido.
- Stanley McDowell. - ela fala assustada – o que você está fazendo aqui?
- Me divorciei, ela ficou com a agência e eu com a loja de discos.
- Diga-me. Por que eu parou? Você tem pouco mais de 20 anos.
- 21 na verdade.  Stanley Você sabe que eu sou mutante.
- Ótimo! Por isso tem que ser você.
- Não!
- Já ouviu falar em modelos alternativas? Fora dos padrões. Mas se quiser... Você sabe que é dona do mercado.
            Scott ouve aquele assunto, contudo não quer interferir. Não quer interferir. E Stanley continua.
- Ele é o seu empresário?
- Não! Ele é meu namorado.
- Scott Summers. – Ele se apresenta.
 - Você também é mutante?
- Eu posso voltar a ouvir música? – Scott pergunta a Jean. Ele não gosta de falar sobre ser mutante com pessoas que ele não conhece.
- Stanley. Eu e Scott estamos de saída.
- Foi bom te ver! – Jean vai saindo da loja.
- Está perdendo uma grande chance Grey. Você é O ROSTO! Sabe disso.
- Tchau cara. – Scott se despede. – Eu vou levar esse Cd, onde pago?
            Stanley puxa o braço de Scott
- Fique com o Cd de presente.
- Obrigada.
- Se você realmente gosta dela, não a impeça de voar.
- Não a impeço de fazer nada! – Disse Scott firme.
- Pode ser que sim. Mas Não seja tolo. Essa é a chance da vida dela.
- Ou seria a sua chance?
- Não a impeça!
            Scott vai atrás de sua namorada que está andando apressada e já está longe dele.

            Esse assunto mexeu mesmo com ela.  Acho que a vida de modelo não deve ser muito fácil.  O que será que a fez largar tudo? Isso foi antes de estarmos juntos.  E ela quase nunca fala do assunto.  Vou perguntar pra ela.

- Jean! Espere. – ele a chama.
            Jean vira com os olhos um pouco marejados. Scott fica preocupado, e quando ele está mais próximo a ela ouve um estrondo.
- Mas que diabos! – Ele olha para a parede quebrada.
- Veja Scott, um Sentinela! – Ela grita.
- Era só o que me faltava!
            O Robô Sentinela seguia em direção a ao grupo de mutantes jovens que estavam próximos ao carrinho de pipocas.
- Rápido, proteja eles enquanto eu estouro a cabeça do robô.
- Certo. - Jean vai voando em direção ao grupo de jovens e cria um escuto telecinético.
            Ciclope explode o robô com suas rajadas óticas e o robô cai.
- Vocês estão bem? – Jean pergunta aos garotos.
- Estamos sim. Obrigada. – Eles saem correndo.
- Eles estão bem Ciclope! – Ela da às costas ao robô e vai em direção a Scott.
- Esses robôs estão em quase todos...
            Enquanto Scott falava, um bloco de concreto cai em cima de Jean.
- JEAN!
            Desesperado Scott procura por ela pelos escombros.
- Jean, fale alguma coisa. Qualquer coisa. – Ele arremessa pedaços de concreto para todos os lados - Você não pode fazer isso comigo! Não!
- E não farei. – Ela ainda tonta se levanta  após levantar por telecinésia um pedaço de concreto – Me ajude.            
            Ela cai. Scott corre e a carrega.
- Jean, não durma. Você deve ter batido a cabeça, pode não pode dormir.
- Sco...
            Ela desmaia.
Labmed – Instituto Charles Xavier
Jean acorda percebe que Scott está dormindo em uma cadeira. Ela fica olhando para ele dormindo.

            O que será que aconteceu? Só lembro-me da Sentinela no Shopping. Meu corpo todo dói. Minha cabeça principalmente. Não quero acordá-lo, mas sinto muito dor.

- Scott. – ela murmurava – Scott...
            Ele acorda sobressaltado e aproxima-se dela.
- Oi! – Ele beija sua mão – Tá querendo me matar de susto?
- Não! – ela sorri – Acho que machuquei de mais a cabeça. Está doendo muito.
- Você levou pontos.
- Quanto tempo passou aqui?
- Umas 12 horas. Mas você salvou o dia.
- ...
- Jean. Antes da Sentinela, você estava quase chorando. Por quê?
- ...
- Stanley lhe fez alguma coisa no passado?
- Não.
- Ele me pediu que eu a convencesse a voltar.
- Não quero.
- Eu sei. Só não sei o motivo. Você é cheia de segredos, eu realmente queria saber o que aconteceu.
  - ...
- Tá vendo só. Você nunca fala.  Parece que você não quer que eu saiba.
            Ela olha para ele e fica pensando  que está visivelmente chateado.
- Você quer mesmo saber?
- Gostaria.
- Bem. Eu amava ser modelo. Roupas, viagens, elogios.  Que mulher não quer isso?
- Então por que parou?
- Eu tive depressão Scott.
- ... – ele fica perplexo.
- É muito difícil ter crises de ansiedade e ficar viajando tanto.
- Você o que?
- Depressão.
- Por quanto tempo?
- Todo tempo que eu desfilava.
- Daí vem a sua dificuldade em falar as coisas pra mim?
- Na verdade só falo pra você.
- Você não fala nada para mim.
- Scott eu te amo! – Ele beija sua mão.
- Eu também. Você é a pessoa mais importante da minha vida.
- Mas você ainda me troca pelo Pearl Jam.
- Nunca! – ele a beija – Nunca mais diga isso!
- Admito, que o Eddie Vedder até que é bem charmoso.
- Ele é sim. Mas não tanto quando o Dave Grohl.
- Tenho que concordar.
- Você me trocaria pelo Dave Grohl?
- Talvez. – Ele faz cara de bravo.
- Não gostei disso...
- To brincando tolinho.
- Você só pode gostar de apenas um baterista.
- É? E quem seria?
- Eu lógico!
- Scott, você não toca bateria.
- Mas posso aprender.
- Prefiro que você cante pra mim.
- Então quer que eu seja o vocalista.
- Você tem mais talento pra isso.
- “Hello, hello, hello, how low Hello, hello, hello, how low Hello, hello, hello, how low Hello, hello, hello” – ele fica cantarolando Smells Like Teen Spirit.
- Tá fazendo o Kurt Cobain?
- Yeah, yey. – Ela sorri.
- Você não existe Scott.
- Sabe o que dizem dos vocalistas?
- Que eles têm que cantar bem?
- Eles são os pegadores da banda! – Ela arqueia a sobrancelha – E segundo você eu canto bem. Tenho tudo pra ser um bom vocalista.
- Eu realmente espero que esteja brincando.
- Tá ciúmes?
- Não.
- Não tem ciúmes de mim?
- Claro que tenho! – Ele sorri – Mas mesmo nessa cama e com a cabeça rachada . Eu confio no meu poder.
- Deve mesmo!
            Scott beija Jean e começa a beijá-la. Os beijos vão ficando intensos e o clima vai ficando cada vez mais quente.
            Ele é muito agressivo e intenso quando está na cama com Jean, mas dessa vez estava com medo de machucá-la pois ela ainda tinha muitos hematoma.
- Você tá muito dolorida?
- Quem aqui tá sentindo dor?
- Você tava...
- Não to mais. – Ela o puxa com intensidade – Continua.
            Jean abre os botões da camisa e da calça de Scott com a força da mente. Ele acaricia uma mão os seios de Jean e com a outra puxa o seu cabelo.
- Você não tem como voltar atrás. – ele fala de forma agressiva.
- E quem disse que eu quero? – ela morde os lábios e arqueia a sobrancelha.
- Você me deixa louco!
            Ele cheira o corpo dela antes de começar coito. E é bastante agressivo durante o ato. O sexo intenso durou tempo suficiente para deixar os dois exaustos.
- Você tava inspirada hoje. – Ele põe as duas mãos sob a cabeça inclinando-se confortavelmente para Jean apoiar-se no peito dele.
- Uau. Tem um cigarrinho? – ela diz irônica.
- Essa pancada mexeu mesmo com você. – ela o abraça e encosta a cabeça no seu peito.
- Sabe que dia é amanhã?
- Não, mas tem um calendário ali na minha mochila. Você pode pegar? – ela o encara.
- ...
- Pega logo. – ela arqueia a sobrancelha – Posso pegar, mas, você terá que se mexer do mesmo jeito. Você usa a telecinésia e nem precisamos nos mexer.
           
            Ele esqueceu... Não acredito nisso!

- Você é mesmo abusado. – ela levita a mochila até eles – Tai a sua bolsa.
- Obrigada. – ele pega a mochila – Tá chateada por que eu pedi para pegar a mochila?
- Não.
- Então tá chateada pelo que?
- Nada.
- Vai começar com esse nada...
- Não comecei com nada...
- Por que quer saber que dia é amanhã? – ele olha no relógio.
- Não quero saber que “dia é amanhã”. – ela fala frustrada.
- Bem, como já passa da meia noite. - ele vira à cabeça e pega a mochila. - A gente não viu o tempo passar por que você é muito assanhada e me faz perder a cabeça.
- Eu fiz você perder a cabeça?
- Sim... As duas! – ele dá um sorrido de canto de boca.
- Você não existe... – ela revia os olhos.
- Eu não existo?! Você que não existe! - Ele aperta a bochecha dela- Mas como eu estava dizendo, amanhã é 15 de fevereiro.
            Scott pega uma embalagem de dentro da mochila.
- Feliz dia dos namorados.
- Eu não acredito que você me enganou!
- Eu que não acredito que você achou mesmo que eu iria esquecer!
            Ela o beija várias vezes no rosto antes de abrir o presente.
- O que é?
- Quer mesmo que eu fale se você já rasgou a embalagem.
- Nevermind! Eu tava louca por esse Cd!
- Eu sei.
- Sim. Você é de mais!
- E o meu presente?
- Eu sou o seu presente!
- Por isso deixou eu abrir sua roupa mais cedo?
- Também...
- Espertinha... – Ele a beija.
- Eu tenho uma coisa pra lhe dar...
- Outra? – ele sorri.
- Ain Scott. – ela ri – bem mas o que eu tenho para lhe dar não está aqui. Só mais tarde.
Mais tarde...
            Jean e Scott estão em um Pub grunge.
- Certo, estamos aqui em um bar que está cheio de homens vestindo jeans, tênis e camisa preta. Onde todos estão olhando para a minha namorada. – ele brinda com uma cerveja. – Você é bem romântica Jean Grey.
- Você sabe que só tenho olhos pra você... – ela o beija.
- E aqueles caros ali da outra mesa só têm olhos pra você também.
- Você tá olhando pra eles ao invés de olhas pra mim?
- Por que está reclamando se eu sei que você gosta desse tipo de bar.
- Gosto, mas não em um dia como hoje.
- E em um dia como hoje você queria fazer o que?
- Sexo. – Ela dá uma gargalhada! – De preferência com a ruiva que está na minha frente. – Ele beija a mão dela.
- Por isso que eu te amo sabia?!
- Achei que eram os meus olhos vermelhos... – ela o interrompe.
- Ele chegou!
- Quem chegou? – Scott se vira e vê Jean abraçando um homem de semblante conhecido.
- Que bom que você veio!
- Tudo por você Ruiva.
- Olá Stanley. – Scott fala.
            Ótimo, o dia dos namorados ao lado desse cara.
- Olá Sr. Scott. Bem, a festa é exclusiva e ele já sobe no palco. Mas vocês só irão poder falar com ele depois do show.
- Muito obrigada Stanley.
- Bem aproveitem o Show. – Stanley sai.
- Por que agradeceu a ele?
- Por que irei fazer a campanha dele. É uma grande chance.
- Fico feliz por você. – ele a abraça e dá um beijinho na testa – Agora eu posso dizer que to pegando uma modelo. – ela sorri – mas vou logo dizendo.
- o que?
- Nada de texto do sofá viu!
- Scott?!
- Esse teste é exclusivo comigo! – Ela ri e o beija – Mas sério. Esse papo de campanha e ficar viajando me preocupa. Não quero que fique deprimida novamente.
- Amor, é só uma campanha fotográfica. É mais tranquilo. – ela aperta o nariz dele – obrigada pela preocupação. – eles ficam se beijando.
- Ah quem vai tocar?
- O Pearl Jam.
- Palhaça. Sabe quem vai tocar?
- Bem, na verdade é um show para os amigos de Eddie Vedder. Produtores, empresários, parceiros de música. Vai fazer uns covers.
- Que mesmo que eu acredite nisso?
            O cerimonialista sobe no palco.
- Senhoras e senhores sejam bem vindos ao show em homenagem aos  amigos de Eddie Vedder.  – O senhor distinto fica falando algumas coisas
- Tá de brincadeira? – Scott fala assustado – Como você conseguiu isso? É o melhor presente di dia dos namorados.
-  Isso foi um convite do Stanley. O meu presente é esse aqui.  – Ela entrega um pacote.
- Uma Nikon. Adorei!
- E já está com filme.
- Agora você pode dizer que é amigo do Eddie Vedder e ter provas para isso.
- Eddie Vedder pode até ter fotos com essa câmera. Mas a modelo fotográfica aqui é você.
- Vai bater fotos minhas? – Ela faz pose.
- Claro! – Ele tira uma foto dela – Ai você faz um ensaio sensual.
- Scott! – Ela ri.
- Entenda sensual como sem roupa! – Ela o beija – Entenda sem roupa como nadar nu.
- Querido se algum dia a gente “nadar nu”. Você não vai bater fotos!
- Se algum dia? Nós vamos! – Ele a abraça por trás posicionando-se para ver o show – prometo que as fotos serão artísticas.
- Já to me arrependendo em ter te dado essa câmera.
- Eu posso fazer um ensaio de cueca.
- Não é justo. Eu nua e você de cueca.
- A modelo aqui é você!
- Não justifica.
- Eu fico tímido com a câmera. – Ela pega a câmera e faz uma self.
- Senhoras e senhor, com vocês. Eddie Vedder!
            E ao som de Alive o show começa enquanto o casal fica dançando jutinho.
- Feliz dia dos namorados.
- Feliz dia dos namorados.
____________________________________________________________
Som de Alive, Pearl Jam. 
Filho, ela disse, eu tenho uma pequena história para você,
Quem você pensou que era o seu pai, não era nada além de um...
Enquanto você estava sozinho em casa, aos treze anos
Seu verdadeiro pai estava morrendo, sinto muito que você não o viu
Mas estou feliz por termos conversado

Oh, eu, oh, eu ainda estou vivo
Hey, eu, eu, oh, eu ainda estou vivo
Hey, eu, oh, eu ainda estou vivo
Hey... Oh...

Oh, ela caminha lentamente pelo quarto de um jovem
Ela disse "estou pronta para você"
Eu não consigo lembrar nada até aquele dia
Exceto o olhar, o olhar...
Oh, você sabe onde, agora eu não posso ver, eu apenas encaro...

Eu, eu ainda estou vivo
Hey, eu, mas eu ainda estou vivo
Hey, eu, cara, eu ainda estou vivo
Hey, eu, eu, eu, eu ainda estou vivo, yeah
Ooh, yeah, yeah, yeah, yeah... Oh... Oh...

"Há algo de errado?", disse ela,
Bem, claro que há
"Você ainda está vivo", disse ela.
Oh, e eu mereço estar?
É essa a questão?
E se assim for... Se assim for... Quem responde? Quem responde?

Eu, oh, eu ainda estou vivo
Hey, eu, oh, eu ainda estou vivo
Hey, eu, mas eu ainda estou vivo
Yeah, eu, ooh, eu ainda estou vivo

Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah, yeah