Descrição: a Jean morreu e já voltou à vida, mas não conseguiu suportar ver Scott com Emma e resolveu dar um tempo para si, longe de todos, sem divulgar nem mesmo para onde ia!! A fic se passa na mansão mesmo, não em Utopia.
Classificação indicativa.: M(16+). Pode vir a mudar no decorrer na fic.
Multiplos Capítulos (incompleta)
Tipo: Romance/Drama
Base: Hq's
Então, essa fic é de autoria da nossa Jott Lara Martins, ela anda sumida, não temos mais contato no momento, mas tomei a liberdade de postar essa fic dela, e não mudei nada. Espero que gostem :)
CAPÍTULO
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Capítulo 12 -
Reencontro
Jean e Logan saíram em busca de Daniel Smith. Jean, porém, estava dispersa o tempo inteiro.
LOGAN: - Pode me falar, Jean, o que está acontecendo?
JEAN: - Não
sei, Logan. Desde aquela noite, parece que falta um pedaço de mim.
LOGAN: -
Jean, você se esqueceu de muitas coisas, é normal sua confusão.
JEAN: -
Pode ser...
LOGAN: -
E então, algum sinal anormal?
JEAN: -
Não, nada.
Eles estavam há horas rondando os lugares apontados por Hank e sem encontrar nenhum vestígio. Quando estavam prestes a voltar pra o Instituto, Jean começou a se sentir estranha.
LOGAN: - Jeannie, que foi?
Eles estavam há horas rondando os lugares apontados por Hank e sem encontrar nenhum vestígio. Quando estavam prestes a voltar pra o Instituto, Jean começou a se sentir estranha.
LOGAN: - Jeannie, que foi?
JEAN: - Logan...
Tem duas presenças muito fortes aqui perto... Estão me bloqueando...
LOGAN: -
De onde vêm, Jean? Jean? Jean?
JEAN: - Sumiram...
Logan, sumiram! Como se nunca tivessem estado aqui!
LOGAN: -
Calma, Jean.
Jean estava claramente abalada. Ela sentou no
chão, olhando pro vazio.
JEAN: - Logan...
E se eu estiver ficando louca? Ou perdendo o controle de novo?
LOGAN: - Jean,
não tenha medo. Estou aqui.
Eles se abraçaram. Depois de muitas buscas, Jean não conseguiu encontrar mais nada. Voltaram para a mansão. Scott estava com uma cara péssima.
SCOTT: - Como foi a gloriosa missão?
Eles se abraçaram. Depois de muitas buscas, Jean não conseguiu encontrar mais nada. Voltaram para a mansão. Scott estava com uma cara péssima.
SCOTT: - Como foi a gloriosa missão?
LOGAN: -
Dá um tempo, magrão! Tu é chato pra...
JEAN: - Logan!
LOGAN: - Desculpa,
Jean.
JEAN: - Não achamos nada, Scott – Jean falou
friamente – Se me dão licença, estou
cansada, vou dormir.
SCOTT: -
Ela não parece bem.
LOGAN: -
Nem pense em perturbá-la.
Jean realmente se sentia diferente. As presenças que sentiu na busca foram estranhas. Estavam perto de um prédio abandonado, bem no meio de NY. Parecia que vinha tudo de lá, mas no fim... Era um engano. Jean adormeceu pensando nisso, mas seus sonhos tomaram outros caminhos. Começou a escutar uma conhecida voz lhe chamando. Foi quando acordou assustada.
JEAN: - É ele!
Jean vestiu a primeira roupa que viu e saiu, na calada da noite, sem avisar ninguém. Aliás, ultimamente, sentia que ninguém a notava. Claro, havia um ar de piedade em volta dela, pelo que passou, mas se sentia muito sozinha nessas noites. Dirigiu até o prédio abandonado calmamente, sabendo muito bem o que ia encontrar.
JEAN: - Então, é você.
Ele estava voltado para uma janela, ao ouvir a voz de Jean, virou-se imediatamente.
XAVIER: - Jean, minha querida.
Jean realmente se sentia diferente. As presenças que sentiu na busca foram estranhas. Estavam perto de um prédio abandonado, bem no meio de NY. Parecia que vinha tudo de lá, mas no fim... Era um engano. Jean adormeceu pensando nisso, mas seus sonhos tomaram outros caminhos. Começou a escutar uma conhecida voz lhe chamando. Foi quando acordou assustada.
JEAN: - É ele!
Jean vestiu a primeira roupa que viu e saiu, na calada da noite, sem avisar ninguém. Aliás, ultimamente, sentia que ninguém a notava. Claro, havia um ar de piedade em volta dela, pelo que passou, mas se sentia muito sozinha nessas noites. Dirigiu até o prédio abandonado calmamente, sabendo muito bem o que ia encontrar.
JEAN: - Então, é você.
Ele estava voltado para uma janela, ao ouvir a voz de Jean, virou-se imediatamente.
XAVIER: - Jean, minha querida.
JEAN: - Ah...
Professor! – ela correu para abraçá-lo.
XAVIER: -
Suponho que esteja um pouco perdida.
JEAN: -
Você pode me explicar tudo, não pode?
XAVIER: - Jean... Certas coisas apenas você pode descobrir.
JEAN: - Não
consigo. Não consigo mais – uma lágrima escorreu de seu rosto.
XAVIER: - Você conhece a oração de São Francisco de
Assis?
JEAN: - Na...Não...
XAVIER: -
Escute-a, então..
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
Jean, acho que não importa a crença pessoal de cada um, tem coisas que são bonitas de serem ditas. E ouvidas.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
Jean, acho que não importa a crença pessoal de cada um, tem coisas que são bonitas de serem ditas. E ouvidas.
JEAN: -
Sem ofensas, professor, mas como isso pode me ajudar?
XAVIER: -
Jean, se eu fosse escolher uma pessoa que levou ao pé da letra essa oração,
seria você. Morreu por seus semelhantes, renunciou seu amor a outra mulher.
Quero apenas te lembrar da sua força. Você deve lembrar dela todos os dias,
Jean. Porque está chegando a hora de ser forte outra vez.
JEAN: - Professor,
isso tem a ver com o assassino de mutantes, com Daniel Smith?
XAVIER: -
De certa forma, minha cara, tudo se interliga.
JEAN: - Por
favor, preciso de mais respostas.
XAVIER: -
Primeiro, te direi que estou aqui pois recebi um pedido de ajuda um tanto...
inusitado.
JEAN: -
Que... Que pedido?
XAVIER: -
Um pedido do futuro, digamos.
JEAN: - Do futuro?
XAVIER: - Jean, minha cara, temos que ter consciência
de que nossos atos duram, perduram por anos. Talvez pela eternidade. Por isso,
você decidiu morrer.
JEAN: -
Professor, o que está acontecendo? Eu fiz o que devia fazer, não? Os X-men
estão a salvo.
XAVIER: - Não. O futuro não é tão simples. Ele se modifica a cada segundo. Jean,
não sei como dizer, mas os X-men estão destinados a um fim muito próximo. Não
só os X-men, mas toda a raça mutante.
JEAN: - Não
pode ser. Como sabe de tudo isso?
XAVIER: -
Daniel.
JEAN: -
Daniel, o assassino?
XAVIER: -
Não se engane pelo que lê nos jornais, sempre te disse. Daniel é o recado do
futuro. Ele é o futuro.
Jean se sentia tonta com tantas informações.
JEAN: -
Está tentando me dizer que Daniel é um mensageiro que veio nos pedir pra
modificarmos um trágico futuro?
XAVIER: -
Exato.
JEAN: - Como?
Como farei isso? E onde ele está? Por que não me disse antes e me fez passar
por tudo que passei?
XAVIER: -
Tudo será respondido a seu tempo. Mas para salvar os X-men você vai apenas
precisar da mesma coisa que precisou quando teve que decidir entre sua vida e a
do resto do mundo.
JEAN: -
E o que é isso?
XAVIER: - Amor. A nossa salvação vai ser o
amor que carrega em seu peito.

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