Descrição: a Jean morreu e já voltou à vida, mas não conseguiu suportar ver Scott com Emma e resolveu dar um tempo para si, longe de todos, sem divulgar nem mesmo para onde ia!! A fic se passa na mansão mesmo, não em Utopia.
Classificação indicativa.: M(16+). Pode vir a mudar no decorrer na fic.
Multiplos Capítulos (incompleta)
Tipo: Romance/Drama
Base: Hq's
Então, essa fic é de autoria da nossa Jott Lara Martins, ela anda sumida, não temos mais contato no momento, mas tomei a liberdade de postar essa fic dela, e não mudei nada. Espero que gostem :)
CAPÍTULO
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Capítulo 13 -
Cinzas
~~Ano de 2026~~
Prisão Psiquiátrica Internacional – ilha de Manhattan
Prisão Psiquiátrica Internacional – ilha de Manhattan
Os dias, pra ele, eram iguais: remédios, alucinações, remédios. Pouco dormia, pouco comia. Pelo menos, tinha uma grande cela só pra ele. Passava horas andando de um lado pro outro, ouvindo vozes, vendo vultos. De certa forma, acostumou-se. Terríveis eram a sessões de avaliação que tinha que fazer a cada 15 dias. Eram sessões cansativas, duravam horas, tudo para o médico avaliar se ele ainda poderia ser considerado psicótico. Sabia que, se algum dia resolvessem que ele estava bem, sairia da prisão psiquiátrica e iria direto pro corredor da morte. Afinal, ele era mutante e tinha sido condenado pelo assassinato de 340 pessoas. A questão é que se passaram 12 anos do crime e sua psicose só piorava. A sociedade pressionava para que uma atitude fosse tomada. As sessões de avaliação começaram a se tornar mais frequentes. Dr. Morris era o responsável por essa tarefa e ele sabia que não podia deixar que o mandassem pra cadeira elétrica.
DR. MORRIS: - Bom dia, Scott, como
anda você?
Ele continuava no canto da cela, mal olhando pra cara do médico.
SCOTT: - Nenhuma novidade além de uma rachadura nova na parede, doutor.
Ele continuava no canto da cela, mal olhando pra cara do médico.
SCOTT: - Nenhuma novidade além de uma rachadura nova na parede, doutor.
DR. MORRIS: - E sua amiga, anda
conversando muito com ela?
SCOTT: - ELA NÃO É MINHA AMIGA! É
MINHA FILHA! – ele gritava.
DR. MORRIS: - Scott, vamos lá, você não
tem uma filha. Nunca teve.
SCOTT: - Os cabelos vermelhos, os cabelos...
DR. MORRIS: -
Deve estar se referindo a sua ex-mulher, Jean Grey. Scott, você ainda não se
lembra do dia que ela foi morta?
SCOTT: - Não
conheço nenhuma Jean Grey, sabe bem disso.
DR. MORRIS: - Já te mostrei fotos dela, Scott. Mostrei a certidão de casamento de
vocês.
SCOTT: -
São falsas. O nome de minha mulher... Eu não lembro o nome dela.
DR. MORRIS: - E sua filha?
SCOTT: -
Não me deixou, minha... minha mulher não me deixou cuidar da minha filha.
DR. MORRIS: - Você tem idéia de onde esteja sua mulher, então?
SCOTT: -
Não... Não importa.
DR. MORRIS: -
Você a amava?
SCOTT: -
Não.
DR. MORRIS: - Voltando a sua filha, você tem idéia de onde ela esteja?
SCOTT: -
Doente. Minha filha está doente. Eu sou a única coisa que restou na vida dela,
se algo acontecer comigo, ela também se vai.
DR. MORRIS: - E por que ela nunca veio te visitar?
SCOTT:
- Ela me odeia.
Depois de muitas perguntas sem resposta, Morris saiu da cela e foi se encontrar com seu supervisor para fazer um relatório geral.
DR. MORRIS: - Ele ainda diz nada de concreto sobre o que aconteceu. Não se recorda de ter matado ninguém, não se lembra de sua ex-mulher, apenas de seus cabelos. Mas ele confunde com a filha. Há alguns traços de lembranças de Emma Frost. Mas também não consegue nos dar pistas sobre a localização dela.
Depois de muitas perguntas sem resposta, Morris saiu da cela e foi se encontrar com seu supervisor para fazer um relatório geral.
DR. MORRIS: - Ele ainda diz nada de concreto sobre o que aconteceu. Não se recorda de ter matado ninguém, não se lembra de sua ex-mulher, apenas de seus cabelos. Mas ele confunde com a filha. Há alguns traços de lembranças de Emma Frost. Mas também não consegue nos dar pistas sobre a localização dela.
SUPERVISOR: - O presidente quer que resolvamos isso o mais breve possível. Se ele
não puder nos ajudar a encontrar Frost, lamento, mas teremos que tomar
providências. Afinal, ele pode estar fingindo.
DR. MORRIS: - Que absurdo, Summers não está fingindo. Jean Grey foi brutalmente
morta por Emma Frost bem na frente dele, você tem idéia do trauma que isso pode
causar a uma pessoa?
SUPERVISOR: - Não se esqueça que seu paciente matou 340
pessoas.
DR. MORRIS:
- Não me esquecerei. Mas não vou ceder às pressões de quem quer que seja. Não
vou abandonar o caso.
Enquanto Dr. Morris quebrava a cabeça, outro médico andava perturbado pelas ruas de New York. Era Daniel Smith, um mutante. Indo contra o normal, ele descobriu seus poderes já adulto, numa sala de cirurgia. Ele era um telepata e havia se conectado com o paciente, enquanto fazia um transplante. A situação foi tão perturbadora que ele foi afastado do cargo. Daniel agora perambulava pelas ruas, sem destino. Nessa época, era muito perigoso para um mutante se expor dessa forma. A política contra eles era totalmente discriminatória e rígida, isso pelo grave crime cometido 12 anos antes pelo líder dos X-men, Scott Summers. Os X-men foram banidos, os mutantes se dissiparam, vários internados em clínicas psiquiátricas.
Nessa noite, Daniel andava perto de um beco deserto, quando uma garota o puxou. Era uma mutante chamada Nina.
NINA: - Você é Daniel Smith?
Enquanto Dr. Morris quebrava a cabeça, outro médico andava perturbado pelas ruas de New York. Era Daniel Smith, um mutante. Indo contra o normal, ele descobriu seus poderes já adulto, numa sala de cirurgia. Ele era um telepata e havia se conectado com o paciente, enquanto fazia um transplante. A situação foi tão perturbadora que ele foi afastado do cargo. Daniel agora perambulava pelas ruas, sem destino. Nessa época, era muito perigoso para um mutante se expor dessa forma. A política contra eles era totalmente discriminatória e rígida, isso pelo grave crime cometido 12 anos antes pelo líder dos X-men, Scott Summers. Os X-men foram banidos, os mutantes se dissiparam, vários internados em clínicas psiquiátricas.
Nessa noite, Daniel andava perto de um beco deserto, quando uma garota o puxou. Era uma mutante chamada Nina.
NINA: - Você é Daniel Smith?
DANIEL: - So...
Sou eu.
NINA: -
Venha comigo.
Nina o levou para um prédio abandonado, onde estavam uns 10 outros mutantes. Eles se encontravam ali, em busca de apoio e soluções para lutar com a violência. Numa cama apertada, estava uma garota coberta, tremendo de frio.
DANIEL: - Quem é essa menina, ela está doente? Sou médico, posso ajuda-la.
Nina o levou para um prédio abandonado, onde estavam uns 10 outros mutantes. Eles se encontravam ali, em busca de apoio e soluções para lutar com a violência. Numa cama apertada, estava uma garota coberta, tremendo de frio.
DANIEL: - Quem é essa menina, ela está doente? Sou médico, posso ajuda-la.
NINA: - Sim,
pode. Mas não porque é médico.
Daniel se aproximou para ver o rosto da garota. Era linda. Tinha cabelos vermelhos brilhantes, mas estava fraca e pálida.
Daniel se aproximou para ver o rosto da garota. Era linda. Tinha cabelos vermelhos brilhantes, mas estava fraca e pálida.
DANIEL: - O que posso fazer, então?
NINA: -
Bom. Primeiro de tudo, essa Rachel. Filha de Scott Summers.
DANIEL: -
O quê? – ele ficou chocado.
NINA: - Te
explico melhor depois. Mas o que você vê é um vestígio de Rachel, que ainda não
foi apagado. Também te explico melhor. A questão é que ela também é telepata e
conseguiu perceber que você é o enviado pra nos ajudar.
DANIEL: -
Ajudar em quê?
NINA: - A
modificar o passado e evitar muitas tristezas.
DANIEL: - Isso
é ridículo... Eu vou embora...
RACHEL: -
Por favor.
A voz de Rachel era rouca, mostrando que ela
estava muito mal.
RACHEL: -
Você é a chance de sobrevivência de todos nós. Tem que voltar ao passado e
evitar que isso aconteça. Eu não consigo. Estou muito doente.
Após horas de explicações, Daniel se
convenceu. Na verdade, aquela linda menina o convenceu. Tinha idade para ser
sua filha e sentiu um carinho inexplicável por ela.
DANIEL: - Rachel,
acho que antes de eu partir, precisamos fazer uma coisa.
RACHEL: -
O quê?
DANIEL: - Sei que está fraca, mas penso que deveríamos ir ver seu pai na prisão.
RACHEL: -
Ele não se lembra de quase nada.
DANIEL: -
Rachel, se minha missão falhar, você deve ao menos se despedir dele antes de...
RACHEL: -
Antes do fim. Certo.
Eles foram até a prisão
juntos, no dia seguinte. Ao vê-los, Dr. Morris ficou abismado: era a garota
ruiva de que Scott falava?
DR. MORRIS: -
Quem são vocês?
RACHEL: -
Somos amigos dele.
DR. MORRIS: - Preciso falar com a senhorita depois. Acredito que meu paciente fale de
você o tempo todo.
RACHEL: -
É provável.
Uma tela de vidro separava as visitas de Scott,
por ele ser considerado perigoso. Se aproximaram dele, que parecia em outro
mundo, completamente abatido. Porém, ao enxergar Rachel, ele pareceu ter
acordado.
SCOTT: -
Filha... Minha filha...
Rachel chorava.
RACHEL: -
Sou eu, pai, Rachel.
SCOTT: - O que aconteceu? Você ainda me
odeia?
RACHEL: -
Pai, eu não te odeio. Vim aqui para dizer que vamos te salvar.
SCOTT: -
Quem é esse homem? – ele olhou para Daniel.
RACHEL: -
É um amigo meu. Ele vai resgatar o que você perdeu.
Daniel se aproximou de Scott.
DANIEL: -
Scott... A ausência de amor te fez acabar aqui. Vamos te trazer tudo de volta.
SCOTT: -
Que amor? Não tenho ninguém.
DANIEL: -
Você foi muito amado, Scott. Mas isso foi apagado de sua mente.
SCOTT: -
Sonho com ela toda noite... Essa mulher que me diz que tudo ficará bem...
DANIEL: -
Essa mulher é sua salvação.
SCOTT: -
E onde ela está?
DANIEL: -
Longe. Muito longe. Estou indo buscá-la.
SCOTT: -
Não... Não demore, por favor.
Ao ver pai e filha chorando, Daniel confiou mais ainda que devia dar o seu melhor. Rachel pediu que procurasse primeiro o professor Xavier. Ele guardava num papel dois nomes: Charles Xavier e Jean Grey. A família de Scott. Eles o salvariam. E salvariam todos os mutantes.
Ao ver pai e filha chorando, Daniel confiou mais ainda que devia dar o seu melhor. Rachel pediu que procurasse primeiro o professor Xavier. Ele guardava num papel dois nomes: Charles Xavier e Jean Grey. A família de Scott. Eles o salvariam. E salvariam todos os mutantes.

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