Descrição: a
Jean morreu e já voltou à vida, mas não conseguiu suportar ver Scott
com Emma e resolveu dar um tempo para si, longe de todos, sem divulgar
nem mesmo para onde ia!! A fic se passa na mansão mesmo, não em Utopia.
Classificação indicativa.: M(16+). Pode vir a mudar no decorrer na fic.
Multiplos Capítulos (incompleta)
Tipo: Romance/Drama
Base: Hq's
Então,
essa fic é de autoria da nossa Jott Lara Martins, ela anda sumida, não
temos mais contato no momento, mas tomei a liberdade de postar essa fic
dela, e não mudei nada. Espero que gostem :)
Scott se dirigiu ao quarto onde Jean ficava. Ela poderia estar dormindo, no que será que Jean sonhava? Sua cabeça viajou a mil por hora, após um mês de coma, como ela estaria? Abriu a porta sem pressa, com a cabeça baixa , enquanto a porta abria, ele levantava os olhos devagar. Jean circulava pelo quarto, dando a impressão de estar ansiosa.
SCOTT: - Je...Jean?
Seus olhares então se encontraram e Jean o encarou como há meses e meses não encarava. Os olhos verdes brilharam ao mesmo tempo em que ela esboçou um sorriso: sua expressão era de paz. Como se, de repente, tudo estivesse certo no mundo.
JEAN: - Scott, finalmente apareceu, já estava ficando preocupada - Jean foi até ele e o abraçou com o maior força que pode. Scott sentiu um turbilhão: o coração disparou em segundos, estava arrepiado da cabeça aos pés. Não queria deixar nunca mais o cheiro inesquecível dela. Não eram perfumes, era um cheiro único, que só existiria ali. Ele colocou suas mãos nos ombros de Jean e pediu que ela o olhasse.
SCOTT: - Jean, me escute...
Mas não conseguiu ir até o fim. Por mais que soubesse o certo a fazer, como se evita o que é natural? Não evitou. O discurso que ele havia planejado para contar a Jean o que havia acontecido se desfez como papel em água. Jean inclinou sua cabeça para beijá-lo e Scott retribuiu. O beijo começou calmo, com um cuidado para que aquele momento durasse eternamente. Mas os dois, como se ainda fossem aqueles mesmos adolescentes apaixonados, foram dominados por uma euforia gigante. Eles se apertavam cada vez mais e, entrelaçados, Jean parou por um instante.
JEAN: - Vem aqui - ela olhou pra cama ao lado.
SCOTT: - Não, Jean, calma...
Scott estava nervoso. Estava prestes a fazer uma bobagem sem precedentes, porém tudo nele pedia que continuasse.
SCOTT: - Jean, não podemos, você ainda está fraca – Jean fez um olhar de decepção – Não quero te chatear, mas...
JEAN: - Você está estranho.
Scott gelou.
SCOTT: - Por que diz isso?
JEAN: - Scott... Vamos... Eu te conheço. Você acabou de me beijar como se eu fosse desaparecer.
Scott não achava que Jean ia desaparecer, porém sabia que não devia estar com ela.
JEAN: - Não vai me falar nada?
SCOTT: - Eu quero te falar tanta, mas tanta coisa!
JEAN: - Eu estou aqui pra quando estiver pronto. Mas acho que sei qual é o problema.
SCOTT: - Sabe?????
JEAN: - Sei que nosso casamento não vai a mil maravilhas e que temos coisas a resolver. Sabe o que é? Nesse mês em coma, eu sonhava, sonhei muito. Sempre com seu rosto. Te ouvia falando no dia do nosso casamento. Então, não importa nada, Scott, a gente ainda pode achar um caminho! Você ainda acredita em nós?
Depois de ouvir tudo isso, ele jamais responderia “não”. Ela simplesmente tinha dito o que ele queria ouvir há muito tempo. Apenas a pegou nos braços e continuou o que tinha começado.
SCOTT: - Espera... E se alguém entrar? – Jean não o respondeu, apenas usou a telecinese para empurrar um móvel na frente da porta.
JEAN: - Se quiserem entrar, não vão conseguir.
Eles ainda estavam de pé ao lado da cama, Jean colocou a cabeça pra trás, deixando o pescoço exposto e Scott foi beijando o pescoço dela, até encontrar o ombro de Jean ainda coberto pela roupa de hospital que ela usava.
JEAN: - Acho que essa roupa está um pouco inconveniente, não? – eles riram juntos – Mas primeiro preciso fazer uma coisa.
Os dedos de Jean se dirigiram devagar à camiseta de Scott, tirando-a. Ela passou uma mão pelas costas dele, depois pelo peitoral, enquanto outra mão passeava delicadamente pelo rosto de Scott. Quando a mão de Jean atingiu seus quadris, ela resolveu tirar todo o resto de roupa que ainda restava em Scott. Ele estremeceu. Jean virou de costas, para que Scott desabotoasse sua roupa. Antes de tirar o resto de roupa que faltava, Scott beijou energicamente o pescoço dela.
JEAN: - Scott... – ela sussurrou.
SCOTT: - O quê?
JEAN: - Eu te amo.
SCOTT: - Eu também te amo. Você... Você não faz idéia.
Desfez os botões com cuidado, até que a roupa caiu no chão. Ela não usava nada por baixo e ele pensou nunca ter visto Jean tão bonita como naquela hora. Ela se virou de frente e dois começaram a beijar, enquanto Scott empurrava o corpo em direção à cama. As mãos dele passeavam desesperadas pela coxa de Jean, que tinha a respiração ofegante. Então, ele a guiou para que os dois chegassem finalmente ao ato, enquanto estava sobre ela. A junção foi estranha no início, pelo menos para Jean.
JEAN: - Scott, me dê um segundo...
Ele apenas foi com mais calma, enquanto Jean se ajeitava.
JEAN: - Pronto.
Eles logo acharam um ritmo ideal, estavam mais sincronizados que nunca. Jean então mexeu seu quadril, fazendo Scott gemer imediatamente.
SCOTT: - Meu deus, você está me matando aqui – ele riu. Os dois se encararam, mais apaixonados impossível. Se moviam rapidamente, enquanto suas mãos exploravam todo o corpo um do outro. Scott tentou ir devagar, esperando Jean, mas não aguentou. Era tanta coisa de uma vez só que passava por sua cabeça.
SCOTT: - Je...Je...Jean...
Ele se engasgou, em êxtase, e desabou sobre ela.
SCOTT: - Jean, me desculpe... Eu...
JEAN – Scott, não importa... Eu te amo – ela disse, intercalando a frase com a respiração ofegante.
Os dois ficaram alguns minutos deitados, abraçados. Ali o tempo parou, ali o tempo não havia passado. Não existia Logan, não existia Emma, Fênix, apenas os dois.
JEAN: - Eu estou feliz. Você está feliz?
SCOTT: - Muito.
JEAN: - Hank me disse que amanhã mesmo já posso voltar pra nosso quarto.
Nosso quarto, essas palavras paralisaram Scott. Não havia mais isso. Scott dividia a cama... com Emma. Ele sabia que a porta daquele quarto de internação o separavam da perfeição para a tragédia. Elas protegiam os dois de uma amarga verdade, que Scott insistia em negar, abraçando Jean como uma criança assustada.
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