Descrição: a Jean morreu e já voltou à vida, mas não conseguiu suportar ver Scott com Emma e resolveu dar um tempo para si, longe de todos, sem divulgar nem mesmo para onde ia!! A fic se passa na mansão mesmo, não em Utopia.
Classificação indicativa.: M(16+). Pode vir a mudar no decorrer na fic.
Multiplos Capítulos (incompleta)
Tipo: Romance/Drama
Base: Hq's
Então, essa fic é de autoria da nossa Jott Lara Martins, ela anda sumida, não temos mais contato no momento, mas tomei a liberdade de postar essa fic dela, e não mudei nada. Espero que gostem :)
CAPÍTULO
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Capítulo 22 - Os
primeiros passos
Scott, de imediato, não assimilou completamente o que Jean havia contado. Grávida. Essa palavra ficou rodando em sua cabeça por 3 longos minutos. Jean olhava para ele ansiosa, com os braços cruzados. Depois de muito pensar, ele conseguiu entender a situação, lembrou de quando ficaram juntos há dois meses, lembrou de que não usaram proteção.
SCOTT: - Jean... Você tem certeza?
JEAN: - Tenho.
Fiz logo o exame de sangue para não ter dúvidas.
SCOTT: -
Suponho... que esteja grávida de mim...
Jean fechou a cara, indignada.
JEAN: - De
quem mais seria?
SCOTT:
- Bom, você e Daniel namoravam...
JEAN: - Eu
e Daniel nunca... Você sabe.
SCOTT: -
Me desculpe. Que grosseria a minha.
JEAN: -
Você está pálido. Está tudo bem?
SCOTT: -
Preciso sentar.
Ele parecia sem ar, prestes a desmaiar a qualquer momento. Sentou em uma rocha, a alguns metros de onde estavam. Jean o seguiu.
JEAN: - Scott, por favor, fale comigo.
Ele ficou apenas olhando pra ela, encarando seus olhos verdes, pensando que, naquele momento, ela carregava uma vida. Jean começou a chorar.
JEAN: - Me desculpe... Eu não sabia o que fazer, se te contava ou se...
Ele parecia sem ar, prestes a desmaiar a qualquer momento. Sentou em uma rocha, a alguns metros de onde estavam. Jean o seguiu.
JEAN: - Scott, por favor, fale comigo.
Ele ficou apenas olhando pra ela, encarando seus olhos verdes, pensando que, naquele momento, ela carregava uma vida. Jean começou a chorar.
JEAN: - Me desculpe... Eu não sabia o que fazer, se te contava ou se...
Scott levantou e colocou suas mãos no rosto de
Jean, secando suas lágrimas.
JEAN: -
Não sei nem por que estou chorando, devem ser os hormônios.
SCOTT: - Eu te amo tanto.
JEAN: - O
quê?
SCOTT: -
Eu te amo, Jean. Quero ficar do seu lado.
JEAN: -
Quer?
SCOTT: -
Quero. Do seu lado... E do bebê.
Ele levou sua mão até a barriga de Jean, que colocou outra mão sobre a dele. Os dois já haviam passado por tanto, mas aquele era provavelmente o momento mais importante por que passaram.
SCOTT: - Não vou te deixar sozinha. Nunca mais.
Naquela ilha, perdida no Pacífico, eles declararam outra vez o amor um pelo outro. A lua e o mar eram silenciosas testemunhas daquela nova superação. Dividiram um beijo tranquilo, na certeza de que deixariam para trás todos os problemas e uma vida nova começaria.
Ele levou sua mão até a barriga de Jean, que colocou outra mão sobre a dele. Os dois já haviam passado por tanto, mas aquele era provavelmente o momento mais importante por que passaram.
SCOTT: - Não vou te deixar sozinha. Nunca mais.
Naquela ilha, perdida no Pacífico, eles declararam outra vez o amor um pelo outro. A lua e o mar eram silenciosas testemunhas daquela nova superação. Dividiram um beijo tranquilo, na certeza de que deixariam para trás todos os problemas e uma vida nova começaria.
Decidiram ir até a casa de
Roberto jantar. Jean precisava pegar suas malas com ele, de qualquer forma.
Caminhavam felizes, de mãos dadas.
SCOTT: - Como está se sentindo? Com a gravidez, eu digo.
SCOTT: - Como está se sentindo? Com a gravidez, eu digo.
JEAN: - Tenho
muito sono e um pouco de enjoo. Às vezes, algumas cólicas. Bom, só o normal.
Assim que voltarmos, vou a uma consulta fazer todos os exames necessários.
SCOTT: -
Eu vou com você.
Jean não acreditava: Scott parecia mesmo disposto a participar da gravidez. E, aparentemente, estavam juntos outra vez. Tinham tanta coisa para conversar e resolver, mas ela não queria pensar nisso naquela noite.
Chegaram à casa de Roberto e ele havia feito um banquete. Havia vários convidados, incluindo Diana e Carlos. Scott e Jean entraram na casa de mãos dadas.
ROBERTO: - Você não me contou que eram namorados!
Jean não acreditava: Scott parecia mesmo disposto a participar da gravidez. E, aparentemente, estavam juntos outra vez. Tinham tanta coisa para conversar e resolver, mas ela não queria pensar nisso naquela noite.
Chegaram à casa de Roberto e ele havia feito um banquete. Havia vários convidados, incluindo Diana e Carlos. Scott e Jean entraram na casa de mãos dadas.
ROBERTO: - Você não me contou que eram namorados!
SCOTT: -
Não éramos... Na verdade, éramos. Bom, é uma longa história.
Todos festejavam e comiam peixes e frutas. Um dos surfistas tocava seu violão em um estilo havaiano e a felicidade tomou conta do local. Jean puxou Scott de lado.
JEAN: - Onde eu posso tomar um banho, Scott?
Todos festejavam e comiam peixes e frutas. Um dos surfistas tocava seu violão em um estilo havaiano e a felicidade tomou conta do local. Jean puxou Scott de lado.
JEAN: - Onde eu posso tomar um banho, Scott?
SCOTT: -
Ah, me desculpe, deve estar querendo trocar suas roupas.
JEAN: -
Sim...
SCOTT: -
Eu te acompanho, aqui há chuveiros para os convidados.
Scott a levou até os fundos da casa, onde estavam os chuveiros comunitários. Parecia um vestiário de academia: um longa fila de cabines e um “banco” de azulejos de frente para os chuveiros. Não tinha ninguém lá àquela hora.
Scott a levou até os fundos da casa, onde estavam os chuveiros comunitários. Parecia um vestiário de academia: um longa fila de cabines e um “banco” de azulejos de frente para os chuveiros. Não tinha ninguém lá àquela hora.
SCOTT: - Posso entrar com você?
JEAN: -
No banheiro feminino?
SCOTT: -
Não tem problema, ninguém os utiliza a essa hora. É só fecharmos a porta.
JEAN: -
Scott...Eu só estou grávida, não precisa me acompanhar no banho.
SCOTT: -
Bom, eu não falei nada sobre acompanhar no banho, mas se quiser...
JEAN: - Você
entendeu – ela riu.
SCOTT: -
Posso conversar com você enquanto toma sua ducha e cuidar de suas coisas.
Afinal, mulheres detestam deixar seus
pertences espalhados em chuveiros comunitários.
JEAN: -
Ok, você venceu – ela deu um rápido beijo nele e entraram no banheiro.
Jean se olhou no espelho e
reparou que estava com uma aparência cansada. Toda essa movimentação a deixou
tão ansiosa que a última coisa em que pensaria era em descansar. Scott percebeu
a aflição dela vendo sua própria imagem.
SCOTT: - Não se preocupe, você está ótima.
SCOTT: - Não se preocupe, você está ótima.
JEAN: -
Acho que preciso dormir.
SCOTT: - Tome
seu banho e iremos para meu bangalô descansar. É pequeno, mas nos ajeitamos. O
pessoal vai entender.
Jean consentiu com a cabeça. Pegou uma
escova em uma de suas bolsas e começou a desembaraçar os fios do longo cabelo
ruivo em frente ao espelho. Scott pegou em suas mãos e tirou a escova dela.
SCOTT: -
Posso?
JEAN: -
Pode.
Scott passava a escova pelos macio cabelo dela pensando em como aquilo não podia ser mais perfeito. Parecia que o destino existia mesmo e estava o presenteando com a mulher mais linda do mundo.
Depois disso, Jean entrou no banho, pedindo que Scott não a olhasse. Ele fez algumas brincadeiras, mas acabou deixando que ela tomasse banho em paz. Estava cansada. Ficou na frente do chuveiro, segurando as coisas de Jean. As roupas tinham o cheiro dela: como ele sentia falta disso, só Deus sabia.
Jean saiu enrolada em uma toalha amarela, sorrindo.
SCOTT: - Se sente mais relaxada?
Scott passava a escova pelos macio cabelo dela pensando em como aquilo não podia ser mais perfeito. Parecia que o destino existia mesmo e estava o presenteando com a mulher mais linda do mundo.
Depois disso, Jean entrou no banho, pedindo que Scott não a olhasse. Ele fez algumas brincadeiras, mas acabou deixando que ela tomasse banho em paz. Estava cansada. Ficou na frente do chuveiro, segurando as coisas de Jean. As roupas tinham o cheiro dela: como ele sentia falta disso, só Deus sabia.
Jean saiu enrolada em uma toalha amarela, sorrindo.
SCOTT: - Se sente mais relaxada?
JEAN:
- Sim.
SCOTT:
- Agora, vista sua roupa. Depois, você coloca seu pijama, ainda temos que nos
despedir de todos.
JEAN: -
Tudo bem.
Ela se virou de costas e
deixou cair a toalha, deixando seu corpo à mostra. Ambos se sentiam muito à
vontade um com outro. Era como se o tempo que passaram separados nunca houvesse
existido: foi só um pesadelo no meio de tantos sonhos pela frente.
Despediram-se dos amigos e seguiram em direção ao bangalô, iluminado apenas pela luz da lua. Era um pouco primitivo, mas Jean gostou. Deixou suas malas em um canto, colocou seu pijama e se esparramou na cama. Scott apenas tirou sua camisa.
SCOTT: - Não vai me dar um espaço?
Despediram-se dos amigos e seguiram em direção ao bangalô, iluminado apenas pela luz da lua. Era um pouco primitivo, mas Jean gostou. Deixou suas malas em um canto, colocou seu pijama e se esparramou na cama. Scott apenas tirou sua camisa.
SCOTT: - Não vai me dar um espaço?
JEAN: - Acho
que não – brincou – você ocupa quase
a cama inteira!
SCOTT: -
Vamos, Jean, não me faça dormir na rede.
JEAN: -
Certo, mas não vá se acostumando...
SCOTT: -
Como não me acostumar a dormir com minha mulher?
Era bom ouvir aquelas palavras “minha mulher”, isso acalmava qualquer medo que Jean ainda possuía.
Era bom ouvir aquelas palavras “minha mulher”, isso acalmava qualquer medo que Jean ainda possuía.
SCOTT: - Queria te mostrar uma coisa.
JEAN: - O
quê?
SCOTT: -
As constelações. Aprendi cada uma para que você visse.
JEAN: - Aprendeu?
Mas que horas?
SCOTT: -
Desde que cheguei aqui.
JEAN: -
Você sabia que eu vinha?
SCOTT: - Não, não é bem assim – ele
parou e pensou em como diria isso a ela – Jean,
mesmo quando não estamos juntos, eu nunca me esqueci de você. Em cada lugar,
imaginava se você gostaria de estar lá. Em cada livraria, eu parava e escolhia
em minha mente os livros que te agradariam, cada história engraçada, eu
guardava, achando que teria oportunidade de te contar.
JEAN: - Agora,
você pode me contar tudo.
SCOTT: -
É. Então, venha aqui mais perto
.
Jean se encolheu totalmente ao lado dele, deitando sua cabeça em seu peito descoberto. Scott estava quente e abraçava com força e segurança. Difícil compreender como conseguiu ficar longe daquele abraço.
.
Jean se encolheu totalmente ao lado dele, deitando sua cabeça em seu peito descoberto. Scott estava quente e abraçava com força e segurança. Difícil compreender como conseguiu ficar longe daquele abraço.
Estrela atrás de estrela e
Jean já estava quase adormecida. Scott deu um beijo em sua testa, arrumando-a
para que dormisse bem. Com uma voz rouca e de olhos fechados, Jean resmungou.
JEAN: - Scott...?
JEAN: - Scott...?
SCOTT: -
Sim?
JEAN: -
Você está feliz?
SCOTT: -
Feliz? É o dia mais feliz que tive em toda vida.
JEAN: - Que
bom...
Ela desmaiou em seus braços, bela e frágil. Scott, por sua vez, não dormiu. Não podia: queria estar atento a cada respiração da ruiva, vê-la dormir tão tranquila era uma das coisas que mais gostava de fazer. Sim. Era o dia mais feliz de toda a sua vida.
Ela desmaiou em seus braços, bela e frágil. Scott, por sua vez, não dormiu. Não podia: queria estar atento a cada respiração da ruiva, vê-la dormir tão tranquila era uma das coisas que mais gostava de fazer. Sim. Era o dia mais feliz de toda a sua vida.

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